Equipe multidisciplinar
Cirurgia, nutrição, psicologia e cardiologia atuando juntas em cada caso.
Equipe multidisciplinar completa, estrutura própria e acompanhamento do pré ao pós-operatório. Atendimento particular, Unimed e ServSaúde.
A cirurgia é indicada para pessoas com IMC acima de 40, ou acima de 35 com doenças associadas como diabetes tipo 2, hipertensão, apneia do sono ou esteatose hepática. Em casos selecionados de diabetes de difícil controle, pode ser indicada a partir do IMC 30, após avaliação médica criteriosa.
Descubra sua classificação e leve o resultado para a sua avaliação.
O custo da cirurgia bariátrica não é igual para todos os pacientes. O orçamento depende da técnica indicada para o caso, como bypass ou sleeve, do tempo previsto para o procedimento, dos materiais utilizados e da equipe envolvida em cada etapa do cuidado. Por isso, informar um preço fechado antes da avaliação poderia desconsiderar necessidades importantes de segurança e planejamento.
Na CCOG, o atendimento pode ser particular ou pelos convênios Unimed e ServSaúde. Nos casos realizados por convênio, a cobertura e as autorizações seguem as regras da operadora e as condições do plano contratado. A clínica não realiza atendimento pelo SUS.
Na avaliação com o Dr. João Paulo Lopes Neto, o histórico de saúde, os exames disponíveis e as possibilidades de tratamento são analisados individualmente. Depois dessa conversa, a equipe apresenta as orientações e o orçamento correspondente ao caso, sem compromisso. Entre em contato para agendar sua avaliação e entender quais etapas se aplicam a você.

A cirurgia bariátrica é realizada por um cirurgião do aparelho digestivo com atuação em cirurgia bariátrica e metabólica. Essa especialidade reúne o conhecimento necessário para avaliar o sistema digestivo, definir a indicação cirúrgica e escolher a técnica mais adequada ao perfil clínico de cada paciente. O trabalho também envolve a coordenação do preparo e do acompanhamento junto à equipe multidisciplinar.
O Dr. João Paulo Lopes Neto é cirurgião bariátrico e do aparelho digestivo, CRM 3218/MT e RQE 2561. Graduado em Medicina pela UFMS, é membro titular do Colégio Brasileiro de Cirurgia Digestiva (CBCD), da Sociedade Brasileira de Cirurgia Bariátrica e Metabólica (SBCBM) e da Federação Internacional para a Cirurgia da Obesidade (IFSO).
Com mais de 2.000 cirurgias bariátricas realizadas, conduz a avaliação desde a definição da técnica até o planejamento do cuidado antes e depois do procedimento. Na consulta, considera o histórico de saúde, o IMC, as doenças associadas, os tratamentos anteriores e os exames do paciente para discutir benefícios, limites e riscos de forma individualizada.
A obesidade é uma doença crônica e, na maior parte dos casos, progressiva. O que costuma pesar na decisão não é apenas o número na balança, mas o tempo de convivência com as doenças associadas, que tendem a se acumular e a exigir tratamentos cada vez mais complexos.
O diabetes tipo 2 é o exemplo mais claro: quanto mais anos de doença, mais difícil costuma ser o controle e maior a chance de complicações nos rins, nos olhos, nos nervos e no sistema cardiovascular. Hipertensão, apneia do sono, esteatose hepática, alterações no colesterol e a sobrecarga sobre coluna, quadris e joelhos seguem a mesma lógica. Parte dessas condições responde bem quando o tratamento começa cedo; outras deixam marcas que já não regridem.
Cirurgia bariátrica não é urgência e não deve ser decidida com pressa. Ainda assim, esperar tem um custo, e ele raramente aparece de uma vez: chega como mais medicamentos, mais limitação nas atividades do dia a dia e um preparo cirúrgico mais trabalhoso quando a decisão finalmente é tomada. Agendar uma avaliação não significa marcar cirurgia, significa entender, com informação, onde você está.
Primeira consulta para entender seu histórico e definir o melhor caminho.
Nutrição, psicologia e cardiologia preparam você com segurança para a cirurgia.
Técnica minimamente invasiva, com cortes pequenos e recuperação mais rápida.
Suporte no pós-operatório para resultados duradouros e mudança de estilo de vida.
Cirurgia, nutrição, psicologia e cardiologia atuando juntas em cada caso.
A primeira clínica bariátrica do Brasil com academia própria.
Estrutura moderna e videolaparoscopia para procedimentos mais seguros.
15 anos de experiência dedicados à sua saúde metabólica.
Na primeira consulta, leve os exames que já tiver, a lista dos medicamentos de uso contínuo, a carteirinha do convênio, um documento com foto e, se possível, um histórico do seu peso: tentativas anteriores de tratamento, medicações usadas, quanto chegou a perder e quando o peso voltou. Relatos de diabetes, hipertensão, apneia do sono, refluxo e dores articulares também entram na avaliação.
Confirmada a indicação, começa o preparo multidisciplinar. Ele costuma reunir exames de sangue, endoscopia digestiva alta, ultrassom de abdômen, avaliação cardiológica e as consultas com nutrição e psicologia, além do acompanhamento endocrinológico quando há diabetes ou alteração hormonal. Cada avaliação tem uma função: ajustar condições clínicas, tratar o que precisa ser tratado antes e preparar a mudança alimentar e de rotina que vem depois.
Nos casos por convênio, esse mesmo preparo gera os relatórios exigidos no processo de autorização, e o tempo total varia conforme o trâmite da operadora. Pacientes de Rondonópolis e das cidades da região recebem orientação sobre como concentrar consultas e exames nas mesmas datas, reduzindo o número de deslocamentos até a clínica.
Nos primeiros dias, o foco é hidratação, controle da dor e retomada do movimento: caminhar cedo e em trajetos curtos faz parte da recuperação. Como o procedimento é feito por videolaparoscopia, as incisões são pequenas e a alta costuma acontecer em poucos dias, com orientação por escrito sobre medicações, cuidados com os curativos e sinais que exigem contato com a equipe.
A alimentação evolui por etapas, da fase líquida à pastosa, depois branda e finalmente sólida, respeitando o tempo indicado pela nutricionista. Junto vêm hábitos que passam a ser permanentes: comer devagar, mastigar bem, separar a ingestão de líquidos das refeições, priorizar proteína e manter a suplementação de vitaminas e minerais prescrita. Os exames periódicos existem justamente para acompanhar essa reposição.
O retorno ao trabalho e a liberação para atividade física acontecem de forma progressiva, definidos nas consultas de revisão. O acompanhamento com cirurgião, nutrição e psicologia segue depois da cirurgia porque o resultado a longo prazo depende dessa continuidade, e a academia integrada à clínica apoia a retomada do exercício com orientação. Procure a equipe sem esperar o retorno agendado em caso de febre, dor forte ou crescente, vômitos persistentes, falta de ar ou dor na panturrilha.
Atendemos consultas e cirurgias do Dr. João Paulo Lopes Neto de forma particular e pelos convênios Unimed e ServSaúde. Não realizamos atendimentos pelo SUS.
O valor depende da técnica indicada e da forma de pagamento. Na avaliação, apresentamos o orçamento completo, sem surpresas. Pelo convênio (Unimed/ServSaúde), verificamos a cobertura para você.
No atendimento particular, o orçamento reúne os honorários da equipe cirúrgica, o tempo previsto para o procedimento e os materiais utilizados, que variam conforme a técnica indicada. Por isso não há preço fechado antes da avaliação: o valor é apresentado depois que o caso é analisado, sem compromisso.
Unimed e ServSaúde podem cobrir o procedimento. A cobertura segue as regras da operadora, a modalidade do plano, o cumprimento de carências e o processo de autorização, que costuma exigir relatórios da equipe multidisciplinar comprovando indicação e acompanhamento. A equipe da CCOG orienta sobre a documentação necessária em cada caso.
De modo geral, a indicação envolve IMC acima de 40, ou acima de 35 quando há doenças associadas como diabetes tipo 2, hipertensão, apneia do sono ou esteatose hepática. Em casos selecionados de diabetes de difícil controle, pode ser considerada a partir do IMC 30. A decisão é sempre individual, após avaliação médica criteriosa.
Depende do preparo de cada paciente e, no convênio, do trâmite de autorização. Esse período é usado para exames, avaliações com nutrição, psicologia e cardiologia e o ajuste de condições clínicas. Não existe prazo padrão: a data é definida quando o preparo está completo e a equipe considera seguro operar.
No sleeve, ou gastrectomia vertical, parte do estômago é retirada e ele passa a ter formato de tubo. No bypass, além da redução do estômago, há um desvio de um trecho do intestino, o que também altera a absorção e a resposta hormonal. Cada técnica tem indicações próprias, e a escolha considera IMC, doenças associadas, refluxo e histórico de cada paciente.
O acompanhamento é contínuo e faz parte do tratamento. Envolve consultas de revisão com o cirurgião, orientação nutricional por fases, suplementação de vitaminas e minerais conforme prescrição, exames periódicos e suporte psicológico. A academia integrada à clínica apoia a retomada da atividade física com orientação.
Em situações selecionadas, sim. Pacientes com diabetes tipo 2 de difícil controle e IMC a partir de 30 podem ter a indicação avaliada, seguindo critérios clínicos específicos. É uma decisão individual, tomada após avaliação criteriosa e em conjunto com a equipe que acompanha o diabetes.
Por ser feita por videolaparoscopia, a recuperação costuma ser rápida: a maioria dos pacientes recebe alta em poucos dias e retorna gradualmente às atividades, sempre com orientação da equipe.
Sim. É realizada por videolaparoscopia (técnica minimamente invasiva) por uma equipe experiente, com preparo multidisciplinar antes e acompanhamento contínuo depois, o que aumenta muito a segurança do procedimento.